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COLUNA SOCIAL

Missionária Elaine Pereira Andrade_ uma vida Dedicada ao amor e a fé.

  Uma Mensagem de Esperança e Transformação no Coração do Nordeste No vasto cenário da espiritualidade nordestina, poucos nomes se destacam ...

Revista Diva Nordeste

sábado, 25 de setembro de 2021

 

Ela nasceu no dia 10 de Outubro de 1937, na Fazenda Mogiana. Corisco e Dadá escolheram para criação o coronel Sebastião Medeiros Wanderley, chefe político de Poços das Trincheiras, no Estado de Alagoas.

 

Expedita nasceu em Porto da Folha, Sergipe, em 1932. Filha de Lampião e Maria Bonita, seus pais faleceram quando Expedita tinha apenas 5 Anos. Ela foi criada pelos vaqueiros Severo e Aurora desde seus 21 dias de idade até seus 8 anos, já que seus pais viviam na luta do cangaço e não puderam criá-la. Só viu seus pais biológicos por três vezes na vida e os pais adotivos nunca esconderam dela a verdade. Ela foi criada com seus irmãos biológicos, os gêmeos idênticos Arlindo e Ananias, que seus pais também deixaram com esses vaqueiros quando os bebês tinham 21 dias de vida. Expedita também conviveu com 11 irmãos de criação, todos filhos legítimos do casal de vaqueiros, no qual ela os considerava de fato irmãos.

Aos 8 anos foi morar na cidade de Propriá (SE), com os irmãos biológicos na casa do tio paterno, chamado João Ferreira, o único que não seguiu o cangaço e por ele foi criada a partir de então, pois seus pais adotivos eram muito pobres e não puderam mais cuidar dela, dos gêmeos e nem dos outros filhos, que foram distribuídos entre parentes. 
Continuou os estudos e ao terminar o primário passa a querer trabalhar, mas o tio a impede, por ela ser mulher e jovem demais. Revoltada, querendo sua independência, ela sai de casa com 14 anos. Ela vai morar com os pais adotivos em Aracaju. Lá ela passa a trabalhar no comércio, tendo trabalhado em diversas lojas e fez muitas amizades. No começo sentia vergonha por ser filha de cangaceiros e evitava comentar, todos sempre a aceitaram, mas ela nunca entendeu bem se o cangaço era bom ou mau.

Em Aracaju reencontrou seu melhor amigo de infância, Manoel Messias Nunes Neto. Eles se conheceram aos 6 anos de idade e ficaram amiguinhos como toda criança. Quando fez 10 anos o tio a prometeu a ele, pois na época o parente mais próximo escolhia logo um menino para casar a menina no futuro, e o mais cedo possível. Após meses de amizade, começaram a namorar. Os pais foram contra por ela ser muito jovem, e com raiva, ela saiu de casa e alugou um quarto numa pensão.

O namoro prosseguiu. Manoel foi o primeiro e único namorado de Expedita. Com um ano de namoro, aos quinze anos, a jovem descobriu estar grávida, ficando muito assustada. Manoel, com 20 anos, não a deixou por isso, e a chamou para morar com ele na casa de seus pais.

Ao completar 18 anos e já com dois filhos, Manoel, com 23, a pediu em casamento, por ela já ser maior de idade e ele já ter juntado dinheiro para casar. A união foi feita em um cartório, com uma festa muito bonita, onde compareceram todos seus irmãos, o tio e os pais adotivos. A noiva passou a assinar Expedita de Oliveira Ferreira Nunes.

O casal teve 4 filhos: Dejair, Vera, Gleuse e Iza.

Fonte: Wikipédia

terça-feira, 6 de julho de 2021

 Isabel 




Isabel Marques da Silva, mais conhecida como Zabé da Loca foi uma pifeira brasileira. Seu apelido se deriva do fato de ter vivido por mais de 25 anos em uma loca, fechada por duas paredes de taipa em um sítio nas proximadades de Monteiro, Paraíba.

A LIDA DIÁRIA DE UMA JOVEM NORDESTINA QUE APESAR DA LUTA LEVA A VIDA SORRINDO E CANTANDO.





 O Blog Revista Diva Nordeste em contra em Cacimbinhas, ex Cortadora de Cana de 73 Anos Maria Caçamba .

  


A equipe do Blog Diva nordeste recebeu,  em primeira Mão a história de uma Mulher Nordestina, Maria Josefa da conceição de 73 anos, natural de Cacimbinhas-Alagoas foi cortadora de canas de açúcar quando tinha seus 30 anos, trabalho nas usinas alagoanas na safra de açúcar.  filha de Zé Caçamba, cresceu em santa Rosa Município de IATI-PE.  Sempre trabalhou em roça com seus pais, mesmo com uma deficiência física, ela nunca deixou falta nada para seus filhos.  Com  20 anos perdeu seu pai, ai começou  a vida trabalhando nos cortes de canas. Com 32 anos ele conheceu seu esposo expedito. Hoje tem dois filhos um motorista, outro jornalista, em 2013 ela voltou a mora na sua cidade natal.  

quinta-feira, 20 de maio de 2021

 ZEFA DA GUIA  DA ENTRA A HISTORIA  DA MAIOR PARTEIRA DO BRASIL.



Josefa Maria da Silva Santos, conhecida por “Zefa da Guia”, natural e residente de Poço Redondo/SE, no povoado Serra da Guia onde moram mais de 200 famílias. Parteira quilombola, rezadeira, líder comunitária e espírita, filha e neta de parteira, nora de escravos, e neta de índio.

Dona Zefa sempre conta sua história de vida começando por seu próprio nascimento. Ela nasceu empelicada (dentro da bolsa das águas), algo raro, e por isso, conta que trouxe seus dons e experiências do berço – muitas parteiras compreendem que crianças que nascem dentro da bolsa trazem dons espirituais. Dona Zefa expressou esses dons desde criança, começou a rezar aos sete anos, e aos onze fez seu primeiro parto. Desde então ela nunca mais parou de benzer e “pegar menino”. Já são mais de 5 mil partos, todos bem sucedidos! Casou aos 12 anos e três meses de idade, mais de 55 anos de casamento com Alexandre Bispo dos Santos. Tiveram oito filhos e criaram 18. Não sabe ler, nem escrever. Se criou em uma comunidade pobre trabalhando na roça, mas “Meus saudosos e queridos pais me ensinaram os princípios básicos da educação, como decência, honestidade e os da solidariedade para com o próximo”.


Hoje, cerca de cem pessoas de todos os lugares do nordeste chegam até o quilombo de Serra da Guia para encontrar Dona Zefa em busca de auxílio espiritual, cura para doenças e conselhos sobre a vida. A popularidade de Zefa nasceu do trabalho que dedica há quase sessenta anos como parteira e benzedeira da região.
Para saber um pouco mais sobre essa mulher:

📕Livro: O médico e a parteira

Um mulher forte e pioneira não poderia ter nascido em outra data. Há 106 anos nascia a bandoleira que se tornaria a cangaceira mais famosa do Brasil.



Marian, Lampião teve sua Maria... Bonita. O caso de amor entre o rei do cangaço e a famosa bandoleira é um dos mais comovedores de todos os tempos na história do Brasil. Eles se conheceram em 1928 e, por 10 anos, apavoraram o nordeste inteiro. Até que, em 1938, eles e mais 9 cangaceiros foram cercados e mortos às margens do Rio São Francisco.