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COLUNA SOCIAL

Missionária Elaine Pereira Andrade_ uma vida Dedicada ao amor e a fé.

  Uma Mensagem de Esperança e Transformação no Coração do Nordeste No vasto cenário da espiritualidade nordestina, poucos nomes se destacam ...

Revista Diva Nordeste

quarta-feira, 21 de maio de 2025

 


Uma Mensagem de Esperança e Transformação no Coração do Nordeste


No vasto cenário da espiritualidade nordestina, poucos nomes se destacam com a mesma força e dedicação que o da missionária Elaine Ferreira Andrade. Natural de Sergipe, e atualmente residindo em Pedro Alexandre, na Bahia, Elaine tem se tornado uma poderosa voz de amor e esperança, guiando almas e tocando corações através de suas pregações apaixonadas.


A Trajetória de uma Missionária:

Desde jovem, Elaine sentiu o chamado para a missão. Sua história começou em Sergipe, onde as primeiras sementes da fé foram plantadas em seu coração. Com uma profunda convicção de servir a Deus e às comunidades carentes, ela decidiu levar sua mensagem além das fronteiras estaduais. Assim surgiu a oportunidade de se estabelecer no interior baiano, em Pedro Alexandre, um lugar que rapidamente se tornaria o seu lar e centro de sua obra.


Pregar com Amor:

Elaine é reconhecida não apenas pela eloquência de suas palavras, mas principalmente pela autenticidade de sua missão. Suas pregações, sempre recheadas de amor e compaixão, abordam temas que dialogam diretamente com as vivências e desafios da população nordestina. A missionária adota uma abordagem inclusiva e acolhedora, o que lhe rendeu uma legião de seguidores e admiradores ao longo dos anos.


Conquistando Corações:

A força da missão de Elaine vai além das palavras. Ela envolve ações concretas de auxílio e edificação da comunidade. 


Impacto no Nordeste:

A receptividade do público nordestino é um dos grandes triunfos da missionária. Seus discursos incentivadores têm ressoado nas almas e mentes de conjuntos populacionais que, por vezes, enfrentam desafios diários. A combinação de fé, amor e solidariedade tem sido o motor que impulsiva.


Fonte _revista do Luiz 

segunda-feira, 23 de setembro de 2024



Maria José Salgado Lages, filha de José Gonçalves Lages e Maria Salgado Lages, nasceu em Maceió, no dia 17 de junho de 1907. Enquanto frequentou a Academia Santa Gertrudes, em Olinda, recebeu o apelido de Lily Lages, como ficou conhecida em sua vida profissional, acadêmica e política (Chalita, 2021, 13).

Em 1931, formou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina, de Farmácia e Odontologia da Bahia, após ter sido aprovada com Dis􀆟nção (Chalita, 2021, 23). Reconhecida por seus trabalhos científicos, em especial a tese entitulada de “Infecção Focal e Surdez” que teve grande repercussão nacional e internacional com conceituados mestres como o austríaco, Markus Hayek (Chalita, 2021, 24-26).

Apesar de sua brilhante atuação acadêmica, a médica Lily Lages também teve marcante atuação política e ativismo feminino. Em 1932, fundou a Federação Alagoana pelo Progresso Feminino, filiada à luta de Bertha Lutz e Maria Luiza Bittencourt (Chalita, 2021, 47). Em entrevista publicada pelo Jornal do Brasil, expôs sua opinião acerca do movimento feminista brasileiro:

“Tenho a segurança de que a mulher triunfará sempre e que resume uma força estupenda de ação, com o direito, portanto, de interferir, mais assídua e in􀆟mamente no trabalho de reorganização das nossas leis e códigos, reparando as injustiças dos homens e defendendo os princípios fundamentais da imprescindível e urgente renovação social” (Chalita, 2021, 47)

No mesmo ano de 1932, no início do governo de Getúlio Vargas, foi promulgado o Código Eleitoral e criada a Justiça Eleitoral Brasileira. Dentre os avanços, a norma eleitoral previa o voto secreto, o voto feminino e o sistema proporcional de votos, com dois turnos. Com a promulgação da Constituição de 1934, foram consolidados na Carta Magna as garantias do voto secreto e obrigatório, o sufrágio femino e a criação da Justiça Eleitoral.

Com as mudanças legais e a promulgação do novo Texto Constitucional, o médico Arthur Ramos foi o primeiro a lançar a candidatura de Lily Lages a um posto na Assembleia Constituinte. Todavia sua indicação definitiva para a vida política partiu do interventor Osman Loureiro, que a incluiu no rol dos candidatos do Partido Republicano (Chalita, 2021, 61-62).

De forma que, no pleito de 14 de outubro de 1934, o Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas concluiu a apuração das eleições complementares e Lily Lages fora sufragada com 13.891 votos, no 2º turno (Chalita, 2021, 64)

Durante sua legislatura, atuou como constituinte da novel Constituição Estadual, cujas emendas propostas tinham como característica a preocupação com os interesses sociais, voltados para as mulheres, crianças e pessoas com deficiência (Chalita, 2021, 66-67). Dentre as propostas aceitas, destacam-se a vinculação de 7% (sete por cento) das receitas do Estado para o Serviço de Saúde Pública e de 2,5% para a Maternidade e a Infância (Chalita, 2021, 67-69).

Ademais, conseguiu garantir a autonomia municipal para três cidades: Junqueiro, Belo Monte e São Braz (Chalita, 2021, 69).

A deputada também defendia a liberdade de expressão e igualdade social, repudiando fortemente as ideias totalitaristas da época. Quando questionada acerca da Lei de Segurança ( Lei nº 38 de 4 de abril de 1935), Lily Lages emitiu as seguintes manifestações:

“Como médica lastimo que não se tenha nessa época de pleno entusiasmo pelas questões eugênicas, evitado o aparecimento desse triste fenômeno teratológico. Oxalá 􀆟vesse ele os minguados instantes de vida que têm os monstros inviáveis... Não posso compreender tal medida num país que se diz civilizado. Retrocederíamos a tempos piores que os da escravidão negra. Arrancar ao indivíduo a possibilidade de pensar livremente, de exprimir ideias pessoais, de opinar, proclamar em alta voz o que lhe revolta a alma, é submetê-lo à mais desprezível das escravaturas, a escravatura do espírito.

Agrilhoam-se os pulsos mas nos cérebros não se põem algemas… Além do mais a violência é quase sempre impro􀄰cua. Sob a calma aparente fervem as rebeliões inconfessadas, os impulsos recalcados, na poderosa latência dos vulcões.”

(...)

“Acho que, para quem governa, devem ser imprescindíveis aos comentários, a crí􀆟ca. Estes quando não sejam agressivos atuam  como benéfica advertência, como necessários estímulos. Os espectadores, livres da responsabilidade dos papéis, do atordoamento do poder, são capazes de melhor sentir e julgar.”

Por fim, emitiu a seguinte ironia para indicar como a Lei de Segurança de Vargas atingiria a profissão de médica:

“A minha especialidade? Sim. Será decerto menor o número de clientes... Sob a pressão de tal lei haverá talvez vantagem em ser cego e surdo. De que nos serve ver e ouvir, se não nos é permitido falar? (Chalita, 2021, 64-65)”

Encerrado o mandato popular prematuramente pelo fechamento da Justiça Eleitoral e decretação do Estado Novo de Getúlio Vargas, em 10 de novembro de 2017, Lily Lages continuou sua trajetória acadêmica e de ativismo social.

Somente quarenta anos após Lily Lages, foi eleita outra mulher para o parlamento alagoano, a deputada Luiza Evangelista, em

domingo, 11 de dezembro de 2022

 




Ivaneide Nunes da Mota, de 50 anos, esposa do jornalista e blogueiro Luiz, vai disputar uma vaga na Câmara Municipal de Cacimbinhas nas eleições de 2024. A decisão de ingressar na carreira política foi incentivada pelo próprio esposo.

Durante a festa da vitória do deputado eleito Dr. Wanderley, o presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), Hugo Wanderley, referiu-se a Ivaneide como "minha futura vereadora", demonstrando apoio à sua pré-candidatura.

Antes de divulgar a notícia, o jornalista Luiz entrou em contato com o comunicador Roberto Wanderley, pedindo seu apoio à pré-campanha da esposa.

Por Lucivana Costa









Por Lucivana Costa.

terça-feira, 7 de junho de 2022


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Hoje, a Expressão Sergipana vem homenagear Quintina Diniz que há 79 anos nos deixava. Quintina de Diniz foi lutadora do povo sergipano e em especial na luta contra o patriarcado em Sergipe. Nascida em Laranjeiras a 18 de junho de 1878, filha de Victor Diniz Gonçalves e de D. Maria Petrina de Oliveira Gonçalves. Iniciou-se na carreira do magistério em Laranjeiras, ainda adolescente, no colégio dirigido por sua mãe, D. Elisa.

Assumiu o colégio aos. Assumiu o colégio aos 18 anos de idade. Mudou-se para Aracaju, fundando aqui o primeiro colégio para moças, em 1906.

Era o Colégio Santana, que fora fundado em Laranjeiras, em 1849, pela professora Possidônia Bragança e, posteriormente, dirigido por D. Elisa e D. Quintina Diniz de Oliveira Ribeiro. O Colégio Santana funcionava na rua de. Maruim, 224, tendo encerrado suas atividades em 1941, por motivo de doença da sua fundadora, que não encontrou quem a substituísse.

Além do seu próprio colégio, D. Quintina Diniz foi catedrática da cadeira das disciplinas Pedagogia e Psicologia na Escola Normal Rui Barbosa, sendo querida das alunas que recebiam com entusiasmo as lições de vida que emanavam da sua personalidade. Incentivando as suas alunas a ocuparem cargos e profissões que não aceitavam mulheres estarem a frente. Assim foi uma liderança importante na luta contra o machismo nos espaços de poder e profissões em geral.

Em 1921 foi responsável em fundar a Federação Sergipana Feminista pelo Sufrágio, Quintina Diniz lutou pelo voto feminino em Sergipe e fazia parte da Sociedade Brasileira Para o Progresso Feminino, fundada pela Dra. Bertha Lutz e dirigida em Sergipe pelas doutoras Cezartina Regis e Maria Rita Soares de Andrade.

Em 1935, no curto período de organização democrática da chamada República Nova, Quintina Diniz foi eleita deputada estadual constituinte, participando da elaboração da Constituição estadual de 1935. Foi a primeira mulher a ter esse tipo de participação política, decorrente do seu engajamento nas causas atuais do seu tempo, incluindo o movimento feminista que liderou e destacou muitas mulheres, em todo o Brasil. Quintina era poetisa lírica e mística, oradora e política. Quando falava, agitava a Assembleia Legislativa. Lutou pela democracia quando foi decretado o Estado Novo em 1937 que limitou as liberdades individuais e a organização política.

Quintina nunca se casou, mas foi a matriarca intelectual de milhares de jovens a quem educou, além das sobrinhas, filhas de irmãos falecidos, a quem ela substituiu tanto na subsistência como na educação e no amor. Ela era extremamente simples. Em 22 de Julho de 1942 na capital, Quintina nos deixava aos 64 anos, mas seu legado ficou e ficará no combate ao machismo em Sergipe e no mundo. Uma frase de Quintina que resume sua história e luta: “A mulher deve ocupar todos os espaços que acha no seu direito, pois ela é dona do seu destino”, Diniz, 14 de abril de 1937. Quintina Diniz, presente.

sábado, 25 de setembro de 2021

 

Ela nasceu no dia 10 de Outubro de 1937, na Fazenda Mogiana. Corisco e Dadá escolheram para criação o coronel Sebastião Medeiros Wanderley, chefe político de Poços das Trincheiras, no Estado de Alagoas.

 

Expedita nasceu em Porto da Folha, Sergipe, em 1932. Filha de Lampião e Maria Bonita, seus pais faleceram quando Expedita tinha apenas 5 Anos. Ela foi criada pelos vaqueiros Severo e Aurora desde seus 21 dias de idade até seus 8 anos, já que seus pais viviam na luta do cangaço e não puderam criá-la. Só viu seus pais biológicos por três vezes na vida e os pais adotivos nunca esconderam dela a verdade. Ela foi criada com seus irmãos biológicos, os gêmeos idênticos Arlindo e Ananias, que seus pais também deixaram com esses vaqueiros quando os bebês tinham 21 dias de vida. Expedita também conviveu com 11 irmãos de criação, todos filhos legítimos do casal de vaqueiros, no qual ela os considerava de fato irmãos.

Aos 8 anos foi morar na cidade de Propriá (SE), com os irmãos biológicos na casa do tio paterno, chamado João Ferreira, o único que não seguiu o cangaço e por ele foi criada a partir de então, pois seus pais adotivos eram muito pobres e não puderam mais cuidar dela, dos gêmeos e nem dos outros filhos, que foram distribuídos entre parentes. 
Continuou os estudos e ao terminar o primário passa a querer trabalhar, mas o tio a impede, por ela ser mulher e jovem demais. Revoltada, querendo sua independência, ela sai de casa com 14 anos. Ela vai morar com os pais adotivos em Aracaju. Lá ela passa a trabalhar no comércio, tendo trabalhado em diversas lojas e fez muitas amizades. No começo sentia vergonha por ser filha de cangaceiros e evitava comentar, todos sempre a aceitaram, mas ela nunca entendeu bem se o cangaço era bom ou mau.

Em Aracaju reencontrou seu melhor amigo de infância, Manoel Messias Nunes Neto. Eles se conheceram aos 6 anos de idade e ficaram amiguinhos como toda criança. Quando fez 10 anos o tio a prometeu a ele, pois na época o parente mais próximo escolhia logo um menino para casar a menina no futuro, e o mais cedo possível. Após meses de amizade, começaram a namorar. Os pais foram contra por ela ser muito jovem, e com raiva, ela saiu de casa e alugou um quarto numa pensão.

O namoro prosseguiu. Manoel foi o primeiro e único namorado de Expedita. Com um ano de namoro, aos quinze anos, a jovem descobriu estar grávida, ficando muito assustada. Manoel, com 20 anos, não a deixou por isso, e a chamou para morar com ele na casa de seus pais.

Ao completar 18 anos e já com dois filhos, Manoel, com 23, a pediu em casamento, por ela já ser maior de idade e ele já ter juntado dinheiro para casar. A união foi feita em um cartório, com uma festa muito bonita, onde compareceram todos seus irmãos, o tio e os pais adotivos. A noiva passou a assinar Expedita de Oliveira Ferreira Nunes.

O casal teve 4 filhos: Dejair, Vera, Gleuse e Iza.

Fonte: Wikipédia

terça-feira, 6 de julho de 2021

 Isabel 




Isabel Marques da Silva, mais conhecida como Zabé da Loca foi uma pifeira brasileira. Seu apelido se deriva do fato de ter vivido por mais de 25 anos em uma loca, fechada por duas paredes de taipa em um sítio nas proximadades de Monteiro, Paraíba.

A LIDA DIÁRIA DE UMA JOVEM NORDESTINA QUE APESAR DA LUTA LEVA A VIDA SORRINDO E CANTANDO.





 O Blog Revista Diva Nordeste em contra em Cacimbinhas, ex Cortadora de Cana de 73 Anos Maria Caçamba .

  


A equipe do Blog Diva nordeste recebeu,  em primeira Mão a história de uma Mulher Nordestina, Maria Josefa da conceição de 73 anos, natural de Cacimbinhas-Alagoas foi cortadora de canas de açúcar quando tinha seus 30 anos, trabalho nas usinas alagoanas na safra de açúcar.  filha de Zé Caçamba, cresceu em santa Rosa Município de IATI-PE.  Sempre trabalhou em roça com seus pais, mesmo com uma deficiência física, ela nunca deixou falta nada para seus filhos.  Com  20 anos perdeu seu pai, ai começou  a vida trabalhando nos cortes de canas. Com 32 anos ele conheceu seu esposo expedito. Hoje tem dois filhos um motorista, outro jornalista, em 2013 ela voltou a mora na sua cidade natal.  

quinta-feira, 20 de maio de 2021

 ZEFA DA GUIA  DA ENTRA A HISTORIA  DA MAIOR PARTEIRA DO BRASIL.



Josefa Maria da Silva Santos, conhecida por “Zefa da Guia”, natural e residente de Poço Redondo/SE, no povoado Serra da Guia onde moram mais de 200 famílias. Parteira quilombola, rezadeira, líder comunitária e espírita, filha e neta de parteira, nora de escravos, e neta de índio.

Dona Zefa sempre conta sua história de vida começando por seu próprio nascimento. Ela nasceu empelicada (dentro da bolsa das águas), algo raro, e por isso, conta que trouxe seus dons e experiências do berço – muitas parteiras compreendem que crianças que nascem dentro da bolsa trazem dons espirituais. Dona Zefa expressou esses dons desde criança, começou a rezar aos sete anos, e aos onze fez seu primeiro parto. Desde então ela nunca mais parou de benzer e “pegar menino”. Já são mais de 5 mil partos, todos bem sucedidos! Casou aos 12 anos e três meses de idade, mais de 55 anos de casamento com Alexandre Bispo dos Santos. Tiveram oito filhos e criaram 18. Não sabe ler, nem escrever. Se criou em uma comunidade pobre trabalhando na roça, mas “Meus saudosos e queridos pais me ensinaram os princípios básicos da educação, como decência, honestidade e os da solidariedade para com o próximo”.


Hoje, cerca de cem pessoas de todos os lugares do nordeste chegam até o quilombo de Serra da Guia para encontrar Dona Zefa em busca de auxílio espiritual, cura para doenças e conselhos sobre a vida. A popularidade de Zefa nasceu do trabalho que dedica há quase sessenta anos como parteira e benzedeira da região.
Para saber um pouco mais sobre essa mulher:

📕Livro: O médico e a parteira

Um mulher forte e pioneira não poderia ter nascido em outra data. Há 106 anos nascia a bandoleira que se tornaria a cangaceira mais famosa do Brasil.



Marian, Lampião teve sua Maria... Bonita. O caso de amor entre o rei do cangaço e a famosa bandoleira é um dos mais comovedores de todos os tempos na história do Brasil. Eles se conheceram em 1928 e, por 10 anos, apavoraram o nordeste inteiro. Até que, em 1938, eles e mais 9 cangaceiros foram cercados e mortos às margens do Rio São Francisco.